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terça-feira, 22 de novembro de 2011

A vida é bela (Fim)

34. Quando você fizer uma pergunta,
espere a resposta.
35. Seja um adulto feliz. É a melhor
maneira de fazer os filhos felizes.
36. Seja como a pequena centelha que
brilha ao sol, a gota de orvalho que faz os
projetos dele germinarem – discreto, mas
essencial.
37. Bata na porta do quarto dele antes de
entrar.
38. Ouçam CDs de histórias. Além de um
prazer, é uma ótima forma de melhorar a
dicção.
39. Prefira informar a ensinar.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A vida é bela 6

28. Não minta para ele. Sobretudo
por um motivo banal.
29. Brinquem com ioiô.
30. Esconda uma pequena surpresa no
bolso da roupa do seu filho. Quando ele a
encontrar, você descobrirá uma boa razão
para ter feito isso.
31. Ensine-o a ser pontual.
32. Transmita-lhe o amor pela leitura,
pelas livrarias e pelos livros.
33. Se ele questionar o porquê de
alguma coisa, não diga “Porque
sim”. É inútil.

domingo, 20 de novembro de 2011

A vida é bela 5

22. As feridas na alma das crianças levam
mais tempo para fechar do que na dos
adultos. Providencie rápido o curativo.
23. Seja grato por cada momento em que
seu filho se abre com você e lhe conta o
que pensa da vida.
24. Na frente de outras pessoas,
não diga que ele é tímido. Diga
apenas que ele não quer falar
naquele momento.
25. Ele copiará o que você faz, não o que
você diz. Dê o exemplo.
26. Esteja sempre à altura das esperanças
dele.
27. Acostume-o a terminar o que começou.

sábado, 19 de novembro de 2011

A vida é bela 4

16. Conte ao seu filho uma história em
que ele é o herói.
17. Aja com os outros como você gostaria
que ele agisse.
18. Não termine as frases dele.
19. Ajude-o a dominar uma atividade
qualquer – violão, quadrinhos ou caratê.
20. Diga “Eu te amo” mais vezes.
Não apenas quando ele vai para a
escola.
21. Prepare uma boa resposta para “De
onde vêm os bebês?”.
Vida

A vida é bela 3

Conte ao seu filho uma história em
que ele é o herói.
17. Aja com os outros como você gostaria
que ele agisse.
18. Não termine as frases dele.
19. Ajude-o a dominar uma atividade
qualquer – violão, quadrinhos ou caratê.
20. Diga “Eu te amo” mais vezes.
Não apenas quando ele vai para a
escola.
21. Prepare uma boa resposta para “De
onde vêm os bebês?”

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A vida é bela 2

9. Ensine as crianças a emprestar e
encoraje-as a partilhar.
10. Durmam juntos sob as estrelas.
11. Invente uma cantiga de ninar exclusiva
para seu filho.
12. Encontre três maneiras de ficar mais
tempo junto com ele.
13. Não dê lição nem sermão. Explique.
Pratique.
14. Se quiser que ele fale com você,
escute-o.
15. Deixe os avós o mimarem. É bom
demais!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A vida é bela 1

1. Sempre cumpra suas promessas.
2. Exponha os melhores desenhos de seu
filho na porta da geladeira.
3. Seja um modelo, não um molde.
4. Esforce-se 24 horas por dia para não
criticar nada nem ninguém.
5. Vá com seu filho a uma pequena ilha.
6. Conte a ele três histórias sobre seus
ancestrais.
7. Dê o exemplo: goste de você
mesmo.
8. Prepare duas sobremesas caseiras para
seu filho.

A vida é bela

Toda criança é uma promessa de felicidade
e amor.
Tenham nascido aqui ou do outro lado do
planeta, todas as crianças são um pouco nossas.
Temos responsabilidade sobre elas porque
são parte do mundo, parte de nós mesmos, são
o fruto de nossa História e de nossas esperanças.
E são grandes as esperanças que nutrimos
em relação às nossas crianças.
Imensas esperanças sobre ombros aparentemente
tão frágeis...

Frágeis? As crianças têm poderes dos quais nos
esquecemos: só elas são capazes de alcançar as
estrelas, encontrar o Pequeno Polegar e conversar
com Deus de igual para igual. E, para
elas, a vida compreende muitos “eus”, muitas
vidas. Se olharmos de perto, mesmo na explosão
de riso de uma criança transparece um
fragmento de eternidade, uma brecha na realidade,
um “buraco branco” onde o tempo se
detém, onde a energia invade o espaço.
Como se fosse preciso ser uma criança, com
boa dose de inocência e espontaneidade, para
poder se aproximar do indizível, do invisível,
do “tudo é possível ”.
Vamos fazer de conta que somos crianças
novamente.

Podemos começar nos abaixando para ficar
bem na altura dos olhos delas. Precisamos
redescobrir no fundo de nós mesmos a criança
que sempre fomos, recuperar a curiosidade
e contrariar o ditado: “Se o velho pudesse e o
moço soubesse, não haveria nada que não se
fizesse.” Apenas por um instante, só a tempo
de perceber a trilha a percorrer, o novo caminho
a seguir.
A tempo de inaugurar idéias e rumos ao
mesmo tempo inesperados, alegres e audaciosos
a fim de embelezar, maravilhar e trazer o
encanto de volta à nossa vida. A tempo de ter
coragem de utilizar as chaves à nossa disposição
desde a infância do mundo.
Finalmente, a solução talvez seja uma brincadeira
de criança.

Temos que devolver o poder à infância, especialmente
à criança adormecida dentro de nós.
Vamos deixar de lado as idéias prontas, concebidas
para todos e boas para ninguém. Vamos
reaprender a silenciar nossos pensamentos, a
ouvir o sussurro de nossa consciência, a escutar
nosso coração.
Vamos descobrir nossa sabedoria profunda, a
sabedoria da infância. Para nós. Para nossos
filhos. Para evitar o caos, amenizar as feridas
do mundo, reinventar um amanhã mais belo.
Depois podemos voltar a fechar rapidamente,
trancando à chave, a caixa de Pandora.
É apenas um sonho? Mas sonhar já é o primeiro
passo... E somos cada vez mais pessoas
a partilhar esse mesmo sonho. Aqui e do outro
lado do planeta.

Que os ventos sejam favoráveis e os levem à
realização de seus desejos. E, sobretudo, vivam
bem...

domingo, 9 de outubro de 2011

Meus ontens

Meus ontens estão desaparecendo e meus amanhãs são incertos.
Então, para que eu vivo? Vivo para cada dia. Vivo o presente.
Num amanhã próximo, esquecerei que estive aqui diante de
vocês e que fiz este discurso. Mas o simples fato de eu vir a
esquecê-lo num amanhã qualquer não significa que hoje eu não
tenha vivido cada segundo dele.
Esquecerei o hoje, mas isso não significa que o hoje não
tem importância.
Trecho do livro Para sempre Alice, de Lisa Genova.