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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Caio Fernando Abreu




Porque quando fecho os olhos, é você quem eu vejo; aos lados, em cima, embaixo, por fora e por dentro de mim. Dilacerando felicidades de mentira, desconstruindo tudo o que planejei, abrindo todas as janelas para um mundo deserto. É você quem sorri, morde o lábio, fala grosso, conta histórias, me tira do sério, faz ares de palhaço, pinta segredos, ilumina o corredor por onde passo todos os dias. É agora que quero dividir maçãs, achar o fim do arco-íris, pisar sobre estrelas e acordar serena. É para já que preciso contar as descobertas, alisar seu peito, preparar uma massa, sentir seus cílios. “Claro, o dia de amanhã cuidará do dia de amanhã e tudo chegará no tempo exato. Mas e o dia de hoje?” Não quero saber de medo, paciência, tempo que vai chegar. Não negue, apareça. Seja forte. Porque é preciso coragem para se arriscar num futuro incerto. Não posso esperar. Tenho tudo pronto dentro de mim e uma alma que só sabe viver presentes. Sem esperas, sem amarras, sem receios, sem cobertas, sem sentido, sem passados. É preciso que você venha nesse exato momento. Abandone os antes. Chame do que quiser. Mas venha. Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates… Apague minhas interrogações. Por que estamos tão perto e tão longe? Quero acabar com as leis da física, dois corpos ocuparem o mesmo lugar! Não nego. Tenho um grande medo de ser sozinha. Não sou pedaço. Mas não me basto. — Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 31 de maio de 2012


“O amor bateu em minha porta, entrou, e ainda foi embora sem se despedir. Já a saudade, nem fez questão de bater. Apenas entrou, ficou e nada faz com que ela vá embora.”
~  Thiara Macedo (sdpm)

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Talvez eu tenha medo demais, e isso chama-se covardia. Fico me perdendo em páginas de diário, em pensamentos e temores, e o tempo vai passando. Covardia é uma palavra feia. Receio de enfrentar a vida cara a cara. — Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Todas as noites estreladas


Todas as noites estreladas, eu olho para o céu e fico admirando o brilho das estrelas, a maioria pode nem existir mais, porém continua ali, anos e anos, brilhando. Hoje me senti uma delas, inexistente, morto a muito tempo atrás, mas ainda fingindo estar vivo, demonstrando um brilho de algo que não existe mais, e se um dia morri, não foi a vida que me levou, não foi dessa maneira. Eu morri aos poucos, por dentro, eu morri por amar demais, confiar demais, e tudo começo quando deixei meu coração com alguém que não merecia. Sou um vivo morto? ou um morto vivo? Sempre me perguntei isto, fica difícil quando as duas coisas fazem sentido para você, quando você não sente mais nada, fica praticamente impossível quando te arrancam toda a pureza da poesia de dentro de você, e você derrama suas lágrimas todos os dias, pois sabe, não irei morrer poeta, logo eu? Logo eu, que sempre escrevia para despertar o amor nos corações que já haviam desistido de tal sentimento? É triste não ter resposta para nenhuma pergunta se quer, é torturador viver a procura de uma solução, um remédio para remediar a dor no coração, que chora tanto, que já não se sabe mais o motivo, já são tantos, tantas feridas, tantas desilusões, cadê meu brilho? ou melhor cadê o amor do meu peito que um dia você tirou?Hoje, percebi que aquele hábito de se afastar de todos aqueles que eu conhecia, era como um modo de se defender. Era só para evitar que alguém arranca-se toda aquela inspiração que eu tinha pra falar de amor, e agora? para onde se foram todas as poesia que eu guardava dentro do meu coração? Chorei, Perdoei, Lutei, e o resultado de tudo isso, é que eu me esfriei, e matei ou deixei que matassem a poesia viva que existia em mim, agora restou dizer adeus, não sou mais poeta. 


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Basta apenas um pouco pra sorrir

No mundo em que eu pensei não ser mais feliz
Eu vi que ainda há muito amor para sorrir,
Eu vi que não sabia nada do que é amar
E que a felicidade está sempre a nos esperar,
Está sempre a nos esperar...

Eu vi que no mundo o tempo não se desfaz
E que sofremos por buscar demais
Sendo que tão pouco é preciso o amor,
Que não sabia nada do que é amar,
Que o coração é leve quando quer pulsar,
O coração é leve quando quer pulsar...

Na vida para conhecer a paz do que é viver
Não precisa muito para compreender
Que o tempo é curto e que a história acaba
No mundo em que eu pensei não ser mais feliz,
Em que eu pensei não ser mais feliz...

Eu vi que basta apenas um pouco de amor
Para olhar as estrelas em seu esplendor,
E para ver a lua em o seu fulgor
Basta apenas um pouco de paixão...

Eu busquei no mundo o amor que me sorria,
E eu vi que tudo o que sonhamos
É uma história simples de realidade,
Mas se nos amarmos é para a eternidade...
Basta apenas um pouco pra sorrir...

Eu vi que basta apenas buscar o que nos faz feliz,
E o que nos faz feliz
Basta apenas um pouco pra sorrir...
Basta apenas um pouco pra sorrir...


(Poeta Dolandmay)
Não deixe de acreditar no amor,
mas certifique-se de estar entregando
seu coração para alguém que dê valor
aos mesmos sentimentos que você dá,
manifeste suas idéias e planos,
para saber se vocês combinam,
e certifique-se de que quando estão juntos
aquele abraço vale mais
que qualquer palavra...


Luís Fernando Veríssimo
um amor verdadeiro...
Nunca ame de mais ou de menos...
Ame na medida certa,
com bons temperos...
Não tenha medo de amar,
e falar para o seu amor,
que o ama...
Faça muito feliz o seu amor,
A felicidade e o amor,
andam de braços dados...
Para ser feliz, basta abraçar o amor,
e amar com muito amor...

Ernane Rezende

O Amor…



É difícil para os indecisos.
É assustador para os medrosos.
Avassalador para os apaixonados.
Mas, os vencedores no amor são os fortes.
Os que sabem o que querem e querem o que têm!
Sonhar um sonho a dois,
e nunca desistir da busca de ser feliz,
é para poucos.”

— Cecília Meireles

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Noite de Frio

❝
Senti tudo em dobro, senti por mim e por você. Sim, eu me machuquei mas aprendi e muito e agora de você a única coisa que quero é distância.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ando tentando não conversar, não amar, nem sequer gostar,
não me apegar, não voltar atrás,
não repensar, ignorar, me manter distante.
Ando tentando superar.

- Tati Bernardi.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Como estou hoje

Responde hoje como eu estou, não é uma tarefa fácil de responde, porque essa eu não sei. O meu mundo esta virado, esta estanho, tenho fugido até das músicas românticas Porque me lembrar você. E lembra você é tristeza instantânea, vou me ocupa com outras coisas, outras pessoas, outros afazeres. Mas na hora de dormir, eu me lembrarei de você, vou até querer ligar para desejar boa noite, bons sonhos, mais eu me lembro que você não esta nem ai para mim. Sei que talvez haja outro no meu lugar, por isso vou me controlando, controlando meus pensamentos. Minha vida está parecendo uma comédia romântica! Minha salvação nesses momentos é minha fé que se renova a cada manhã e é por causa dela que ainda estou de pé: Porque sei que tudo isso será recompensado. Porque sei que vai passar.
(Adaptado por Júlio, escrito por Obr:Nanda) 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Paquera



“… Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo! A “fila” anda, a coleção de “figurinhas” cresce, a conta de telefone é sempre altíssima. Mas e aí? O que isso te acrescenta? Nessas horas sempre surge àquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca logo na sua vida? Se o tal “amor” é impontual e imprevisível que se dane! Não adianta: As pessoas são impacientes! São e sempre vão ser! Tem gente que diz que não é… “Eu não sou ansioso, as coisas acontecem quando tem que acontecer.” Mentira! Por dentro todo ser humano é igual: Impaciente, sonhador, iludido… Jura de pé junto que não, mas vive sempre em busca da famosa cara metade! Pode dar o nome que quiser: Amor, alma gêmea, par perfeito, a outra metade da laranja… No fim dá tudo no mesmo. Pode soar brega, cafona… Mas é a realidade. Inclusive o assunto “amor” é sempre cafonérrimo. Acredito que o status de cafona surgiu porque a grande maioria das pessoas nunca teve a oportunidade de viver um grande amor. Poucas pessoas experimentaram nesta vida a sensação de sonhar acordada, de dormir do lado do telefone, de ter os olhos brilhando, de desfilar com aquele sorriso de borboleta azul estampado no rosto… Não lembro se foi o “Wando” ou se foi o “Reginaldo Rossi” que disse em uma entrevista que se a Marisa Monte não tivesse optado pelo “Amor I Love You” e que se o Caetano não tivesse dito “Tô me sentindo muito sozinho…” eles não venderiam mais nenhum disco. Não adianta, o público gosta e vibra com o “brega”.
Não adianta tapar o sol com a peneira. Por mais que você não admita: Você ficou triste porque o Leonardo Di Caprio morreu em Titanic e ficou feliz porque a Julia Roberts e o Richard Gere acabaram juntos em “Uma Linda Mulher.” Existe pelo menos uma música Sertaneja ou um pagode que te deixe com dor de cotovelo. Quando você está solteiro e vê um casal aos beijos e abraços no meio da rua você sente a maior inveja. Você já se pegou escrevendo o seu nome e o da pessoa pelo qual você esta apaixonada no espelho embaçado do banheiro, ou num pedacinho de papel. Você já se viu cantando o mantra “Toca telefone toca” em alguma das sextas-feiras de sua vida, ou qualquer outro dia que seja. Você já enfiou os pés pelas mãos alguma vez na vida e se atirou de cabeça numa “relação” sem nem perceber que você mal conhecia a outra pessoa e que com este seu jeito de agir ela te acharia um tremendo louco. Você, assim como nos contos de fada, sonha em escutar um dia o tal “E foram felizes para sempre.” Bem, preciso continuar? Ok acho que não… Negue o quanto quiser, mas sei que já passou por isso, e se não passou, não sabe o quanto esta perdendo…” 

Luís Fernando Veríssimo.